Sinto tanta fadiga em olhar o mundo
Por que tudo isso de certa forma não se desfaz?
E meu observar cai como que incômodo
Meu lugar some...
Nos passos dos dias
Faltam marcas
Elas diminuem sem cessar
Olho pra trás e tento pensar
Mas o pensamento me distrai
Penso que escrevo
Ou melhor, quase não escrevo mais
Que converso, mas também quase não o faço mais
Penso mesmo é nas práticas socias
E nas aulas matinais, que me fazem falar destas coisas
e fazem minha cabeça não parar de rimar
De modo até a me irritar
O meu mundo pequeno, perdeu algumas partes
Minha grande fala, perdeu muitos ouvidos
Meu sorriso torto, perdeu um certo brilho
E o olhar distante ficou mais comprido
Faltam-me as unhas, os reflexos, os ecos e os gritos...
Ei! Fale baixo, não seja assim, não seja assado
E a inconstância de juventude que não me chora mais
Ah poeta, me ajude a retornar
Deixe-me o acompanhar em sua revolta
Me ajude a gritar!
Mileneeeee!! td bem?? Nossa fazia um tempo que não visitava seu blog ;DD tbm o tempo ta curto né ;((( imagina pra vc! Aparece la no meu ;DD
ResponderExcluirBjus!
Pra que poesia? - grita o desesperançado
ResponderExcluirPra que boemia? - grita o novo evangelizado
Pra que nasce o dia? - grita o infame vampirizado
Por que não me dizia? - gritou a desvirginada
Isto foi uma vã tentativa de um comentário descente, acho que não deu certo...
Pra que poesia? - grita o desesperançado
ResponderExcluirPra que boemia? - grita o novo evangelizado
Pra que nasce o dia? - grita o infame vampirizado
Por que não me dizia? - gritou a desvirginada
Isto foi uma vã tentativa de um comentário descente, acho que não deu certo...
Olá Milene...
ResponderExcluirpassei simplesmente pra dar uma olhada no seu blog, mas fiquei boquiaberto com o que vc escreve (como sempre).
O que vc escreve é pra ser entendido com a alma.
Parabéns.
Saudades
Bjus